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<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0"><channel><title>Tolkien e o Élfico - Latest Comments in Resumo do Curso de Quenya: Lição 7</title><link>http://elfico.disqus.com/</link><description>Sobre as línguas d'O Senhor dos Anéis</description><atom:link href="https://elfico.disqus.com/resumo_do_curso_de_quenya_licao_7_tolkien_e_o_elfico/latest.rss" rel="self"></atom:link><language>en</language><lastBuildDate>Tue, 20 Mar 2007 14:17:27 -0000</lastBuildDate><item><title>Re: Resumo do Curso de Quenya: Lição 7</title><link>http://www.elfico.com.br/cdq-licao-7/#comment-4347507</link><description>&lt;p&gt;Primeiro parágrafo: Sim, concordo. A visão do Helge é só que, no caso do aoristo, o fator determinante do uso é que a verdade precisa existir hoje. Pelo que pude entender da idéia do Hostetter, uma frase como "ele morreu" utilizaria o aoristo, pois trata-se de uma ação pontual ("a) ação pontual (morreu);" — Dic. Houaiss, entrada sobre "Aoristo"). Na visão do Helge, esta frase seria escrita utilizando-se o pretérito e seria interpretada como "ele morre", caso escrita no aoristo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo parágrafo: No inglês, o "aspecto contínuo" é criado a partir da forma conjugada do &lt;em&gt;to be&lt;/em&gt; com o particípio ativo do verbo principal (Fonte: &lt;a href="http://www.englishpage.com/verbpage/presentcontinuous.html" rel="nofollow noopener" target="_blank" title="http://www.englishpage.com/verbpage/presentcontinuous.html"&gt;English Page&lt;/a&gt;). Contudo, dei uma olhada e, realmente, o gerúndio faz essa função ao invés do particípio, no português (PASQUALE e ULISSES, 1997), quando combinados com os verbos auxiliares ESTAR, ANDAR, IR e VIR (&lt;a href="http://www.portugues.com.br/naofale.htm" rel="nofollow noopener" target="_blank" title="http://www.portugues.com.br/naofale.htm"&gt;Gramática da Língua Portuguesa&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas se eu fosse me espelhar em funções gramaticais, meu ponto de partida seria o inglês: como o Gabriel bem notou na p. 220 do CdQ, o gerúndio inglês possui duas funções que o português não tem: substantivo e infinitivo. Existem algumas teorias sobre o Sindarin, por exemplo, que indicam que Tolkien teria excluído o infinitivo dessa língua em favor do gerúndio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesmo assim, gostaria de lembrar que Quenya é Quenya. Tentar criar expressões como **&lt;em&gt;i seldo ná lálala&lt;/em&gt; ou **&lt;em&gt;i seldo ná lalië&lt;/em&gt; seria errado.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Slicer</dc:creator><pubDate>Tue, 20 Mar 2007 14:17:27 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Resumo do Curso de Quenya: Lição 7</title><link>http://www.elfico.com.br/cdq-licao-7/#comment-4347506</link><description>&lt;p&gt;Note, se você disser, voltando ao exemplo acima, "Frodo come lembas", enquanto se prende ao presente (No presente, Frodo come lembas) você refere-se também ao passado e ao futuro (ele come lembas, é assim, sempre foi e sempre será). Ou seja, sob diferentes pontos de vista, pode ou não estar sempre ao presente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Present Continuous é o nosso gerúndio, Slicer. "Frodo está comendo lembas" é present continuous, como tal é o Q. Presente. A diferença entre o Presente e o Aoristo estaria em que o presente se fixa necessáriamente ao momento exato em que a frase é proferida. (i.e. Frodo está comendo lembas --&amp;gt; no momento exato / Frodo come lembas --&amp;gt; uma "verdade universal", no sentido em que pode ser presente ou não, representando simplesmente algo que "acontece", como um ciclo.)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Espero que não leve a mal este comentário, representa apenas uma opinião ;)&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Ghenris</dc:creator><pubDate>Tue, 20 Mar 2007 12:28:07 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Resumo do Curso de Quenya: Lição 7</title><link>http://www.elfico.com.br/cdq-licao-7/#comment-4347505</link><description>&lt;p&gt;A diferença entre opiniões é que o Helge acredita que o aoristo está de alguma forma "preso" ao presente, enquanto o Hostetter acredita que o aoristo transcende o tempo, algo do tipo "sempre foi, é, e sempre será".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não concordo muito com a sua visão sobre a relação dos tempos verbais do Quenya com os do português. A relação parece muito mais explícita quando se pensa no inglês: o &lt;i&gt;present continuous&lt;/i&gt; sendo representado pelo presente do Q. e o presente comum pelo aoristo. O Q. tem sim um gerúndio que é formado de maneira distinta do presente, mas que só aparecerá mais tarde no curso, e sua função vai além do que o presente pode fazer.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Obrigado pela visita! ;)&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Slicer</dc:creator><pubDate>Wed, 14 Mar 2007 12:54:20 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Resumo do Curso de Quenya: Lição 7</title><link>http://www.elfico.com.br/cdq-licao-7/#comment-4347504</link><description>&lt;p&gt;Carl Hostetter está tão certo como Helge aqui, Slicer. Na verdade, uma ação "pontual, habitual, ou de outra forma atemporal" é outra forma de expressar as tais "verdades universais".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um exemplo: "Frodo come lembas"&lt;br&gt;É uma verdade universal, ele come, atemporalmente. Não precisa de estar a ocorrer NESTE MOMENTO EXATO, simplesmente, é algo que acontece. Da mesma forma "caem as folhas" ou "as pessoas são diferentes".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Grosso modo, o aoristo Quenya correspponde ao presente indicativo, e o presente Quenya ao nosso gerúndio ;)&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Ghenris</dc:creator><pubDate>Tue, 13 Mar 2007 13:13:56 -0000</pubDate></item></channel></rss>